A data de hoje marca a prevenção da doença que se espalha como uma epidemia no Brasil e em todo o mundo. Veja nossas postagens sobre a Pesquisa Vigitel feita no Brasil.

O Dr. Cláudio C. Mottin, Diretor e Cirurgião do COM, foi entrevistado no Jornal do Almoço na RBS (Clique aqui para ver a entrevista) e diversas ações acontecem em todo o país com o apoio da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e da Abeso (Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) em função do Dia Mundial da Obesidade.

São campanhas de esclarecimento com folheto, vídeo e ações de conscientização do público. O folheto "Obesidade - Eu trato com respeito" tem mensagens que esclarecem pontos importantes para o cuidado com a obesidade. Outros esclarecimentos úteis também podem ser encontrados na série "10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Obesidade", com consultoria da Dra. Maria Edna de Melo, presidente da ABESO/Departamento de Obesidade da SBEM.

O COM oferece Reuniões Mensais, abertas ao público, com o objetivo de esclarecer dúvidas. Nestes eventos os interessados podem obter todas as informações diretamente da Equipe Multidisciplinar. Veja aqui o calendário de Reuniões do COM.

Os dados levantados demonstram que o consumo de refrigerantes ou sucos artificiais, em 5 ou mais dias da semana, caiu quase pela metade. Além disso, registram um aumento da prática de atividade física, principalmente na faixa dos 18 aos 34 anos de idade.

Fonte: VIGITEL - Vigilância de fatores de risco e proteção para Doenças Crônicas por inquérito telefônico - Sistema de Vigilância de Fatores de Risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) do Ministério da Saúde.

Entre fevereiro e dezembro de 2016 foram entrevistados por telefone 53.210 pessoas com mais de 18 anos nas capitais do país para a realização da pesquisa "Mudança de hábito impacta nas doenças cardiovasculares: Brasil está na transição da desnutrição para a obesidade".

Apesar de um pequeno aumento observado no consumo de frutas e hortaliças pela população brasileira, ainda apenas 1/3 da população consome estes alimentos ao menos 5 vezes por semana e, infelizmente o consumo de feijões, que são alimentos muito nutritivos e saudáveis, está reduzindo no dia a dia dos brasileiros.

 

 

Fonte: Vigitel - VIGITEL - Vigilância de fatores de risco e proteção para Doenças Crônicas por inquérito telefônico - Sistema de Vigilância de Fatores de Risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) do Ministério da Saúde.

Entre fevereiro e dezembro de 2016 foram entrevistados por telefone 53.210 pessoas com mais de 18 anos nas capitais do país para a realização da pesquisa "Mudança de hábito impacta nas doenças cardiovasculares: Brasil está na transição da desnutrição para a obesidade".

Entre fevereiro e dezembro de 2016 foram entrevistados por telefone 53.210 pessoas com mais de 18 anos nas capitais do país para a realização da pesquisa "Mudança de hábito impacta nas doenças cardiovasculares: Brasil está na transição da desnutrição para a obesidade".

Utilizou-se na pesquisa o Índice de Massa Corporal, IMC, que além de classificar o indivíduo com relação ao peso, também é um indicador de risco para a saúde e tem relação com várias complicações metabólicas.

IMC = Peso (Kg) / Altura (m)2
Considera-se excesso de peso = IMC igual ou maior que 25 kg/m2
Considera-se obesidade = IMC igual ou maior que 30 kg/m2

Os dados coletados nas entrevistas trazem mais um alerta sobre os efeitos das mudanças de hábitos dos brasileiros. O excesso de peso cresceu 26,3% em dez anos passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016, principalmente entre os homens.

Fonte: Vigitel - Vigilância de fatores de risco e proteção para Doenças Crônicas por inquérito telefônico - Sistema de Vigilância de Fatores de Risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) do Ministério da Saúde.